Sketchquiet – Endless Roads (Album)

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Compañeros e compañeras! A Crooked Tree teve um sucesso generoso com os dois últimos discos lançados, refere-se o experimentalismo do Vol. 4 do dpsmkr e o eletrônico avant-garde de Playslit do Depressa Moço! – que em breve estarão de volta em nosso berço.

Sem mais delongas, é hora de falarmos da nossa terra; trata-se do artista Sketchquiet pseudônimo de Mário Alencar, um cara altamente produtivo – pouco reconhecido e conhecido (haha)  foi guitarrista e baixista do falecido duo Plumarino, que encerraram suas atividades a pouco tempo lançando 2 álbuns e vários singles com EPs, e atualmente é baixista e vocalista da banda de rock alternativo Flowed, que também é frontman.

Well, Endless Roads é o primeiro disco produzido no território do selo, Mário quem produziu e criou. Executando guitarras, violão de aço, contra-baixo, efeitos ambients e samples soltos de filmes importantes em cada faixa.

O álbum tem o contexto de sempre, só que menos melódico que seu primeiro trabalho, o Deep Songs For A New Reflection lançado independente em 2015 – que houve bons feedbacks pelas redes socias e blogs. O som do one man-band alagoano tem um vigor único, os riffs de guitarras dedilhadas com reverbs e delays te levam a um período de meditação intensa e profundas nostalgias de fim de tarde (to dizendo!); sem bateria ou beats – tu não vai sentir falta nenhuma disso.

Pra quem entende,  perceberão influências incríveis que estão fora do padrão musical, como o Bibio, Tim HeckerOneohtrix Point Never, William Basinski, Tape e entre tantos outros que fazem uma sonoridade diferente e original como a do SketchquietA fotografia da capa é tirada em Porto Alegre pelo artista Jonas Dalacorte (dpsmkr).

Este registro também está sendo lançado hoje pelo net label paulista Polidoro: www.polidorodiscos.bandcamp.com/album/endless-roads-2

por: Carlos Otávio Vianna


Ouçam agora na íntegra:

 

 

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Um comentário em “Sketchquiet – Endless Roads (Album)

  1. Criar um estilo próprio, para mim é o segredo do sucesso ( não o comercial) mas o artístico.
    Numa produção enlouquecida (para meus padrões), Mário “sketchquiet” Alencar foi desenvolvendo seu estilo.
    Mudanças sutis podem ser percebidas nosnseus trabalhos…. Na verdade as capas e os nomes sugerem isso, só não percebe quem tem má vontade de ouvir.
    Deixo aqui novamente meus parabéns, fazer esse tipo de som não é fácil, mas acho que VC alcançou o sucesso que falei no começo desse “pequeno comentário”.
    Likemyself e o hit!!!
    ABC
    Depressa Moço!

    Curtido por 1 pessoa

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